domingo, 29 de abril de 2012

Campus Valença sedia festival internacional de software livre

O festival de software livre da América Latina acontece em 28 de abril. O FLISol, Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre, ocorre desde de 2005, em diferentes cidades do Brasil e países da América Latina. Pela segunda vez, a cidade de Valença é uma das sedes do evento, que se realiza no campus do IFBA.
Diversas comunidades locais de software livre se organizam em eventos simultâneos, nos quais compartilham, de forma gratuita e totalmente legal, programas dessa natureza nos computadores levados pelos participantes. Também são oferecidas apresentações, palestras e oficinas sobre temas locais, nacionais e latinoamericanos de software livre, com variedade de expressões: artística, acadêmica, empresarial e social.
O evento é aberto ao público, com acesso gratuito às palestras e oficinas. Os interessados já podem se inscrever no site do FLISol. Mais informações podem ser adquiridas com os professores campus Valença, Bruno Santos ( brunojinfo@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ) e Matuzalém Leal ( matuinfo@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ).
Atualizado em 11 de março de 2012, às 16h42

domingo, 22 de abril de 2012

UM BOM PROFESSOR, UM BOM COMEÇO.


Produzida pelo Grupo ABC, com a participação das equipes de Nizan Guanaes e Sergio Valente, a campanha “Um bom professor, um bom começo” será veiculada em todas as mídias, tendo como idéia mãe as boas lembranças que temos daqueles que nos ensinaram nos tempos de escola.

O objetivo principal do movimento “Todos Pela Educação” é garantir uma educação de qualidade para todos os brasileiros até 2022, ano do segundo centenário da nossa Independência. Para isso, ninguém é mais importante do que o professor, mas a tarefa de mobilizar os recursos possíveis pela melhoria do ensino é de todos nós.

A base de toda conquista é o professor.

A fonte da sabedoria, um bom professor.

Em cada descoberta, cada invenção.

Todo bom começo tem um bom professor.

No trilho de uma ferrovia, um bom professor.

No bisturi da cirurgia, um bom professor.

No tijolo da olaria, no arranque do motor.

Tudo que se cria tem um bom professor.

No sonho que se realiza, um bom professor.

Cada nova ideia tem um professor.

O que se aprende e o que se ensina, um professor.

Uma lição de vida, uma lição de amor.

Na nota de uma partitura.

No projeto de arquitetura.

Em toda teoria.

Em tudo que se inicia.

Todo bom começo tem um bom professor.

Tem um bom professor.

terça-feira, 10 de abril de 2012


CULTURA DIGITAL PARTE II – CIBERCIDADANIA



Diante do inegável efeito da cultura digital na sociedade, exercendo um poder de disseminação do conhecimento e da cultura, de uma forma “on line”, influenciando decisivamente as relações sociais e interpessoais dos cidadãos que compõem as redes digitais, é fato que existe uma nova relação que deve ser estudada e analisada.

Para que possamos compreender melhor essa relação temos que entender os conceitos de cidadania. Desde os primórdios da civilização, segundo os estudiosos da época, esse conceito se estendia à noção de territorialidade, das relações entre as classes sociais, desde os filósofos à classe política estendendo-se aos cidadãos das classes menos favorecidas.

Durante muito tempo esse conceito acompanhou a humanidade, com o surgimento das telecomunicações digitais e o aparecimento da Web, o conceito de territorialidade perde sua essência, surge um novo conceito: desterritorialização, agora as fronteiras físicas, espaciais, deixam de existir, a própria noção de estado-nação é revista, criando uma sociedade global, ou como denominou Marshall Mcluhan, “Aldeia Global”, para fazer referência a esse mundo onde o diálogo é universal.

A partir desse novo conceito há necessidade de revisão dos direitos e deveres que cada cidadão tem quando se conecta a Web, a própria liberdade de criação, exposição, comunicação, antes impossível de ser pensada, requer agora, (mesmo que alguns digam que há uma liberdade total na Web), uma responsabilidade social.

Portanto, nessa nova perspectiva, denominada de “quarta geração”, onde se incluiria o acesso universal à informática é que devemos analisar o momento atual em nosso país.

Analisando a situação da educação escolar no Brasil, ouvimos sempre bradado aos quatro ventos pelo governo, que há um percentual muito elevado de infraestrutura digital implantada nas escolas, é sabido por nós professores que militamos diariamente na tarefa de educarmos nossos alunos, que essa realidade é fantasiosa, inclusive, na última aula dessa disciplina, vários relatos foram feitos por colegas, apontando exatamente a falta dessa infraestrutura.

Então é de se questionar: Como nós professores podemos atuar, mediar, transmitir, sermos os organizadores, educar nossos alunos, para as responsabilidades que essa nova “cibercultura” exige, para que esses meninos e meninas possam atuar com responsabilidades nesse novo cenário, ou seja, para que a cibercidadania esteja presente?

É de se ressaltar que a própria educação básica, primária, mesmo nos métodos tradicionais, ainda não chegou por inteiro às escolas do país, o que implica numa legião muito grande de analfabetos na essência e, analfabetos funcionais. Como então tentar massificar esse conteúdo da Web para esses cidadãos?

É claro que as relações positivas tem muito contribuído para a descentralização do poder, que agora se desloca do centro para a periferia, isso tem gerado uma infinidade de comunidades com interesses comuns, como bem definiu Benkler, os “procomun”, que são espaços institucionais, em que podem ser exercidas certas liberdades com relação às restrições impostas pelo mercado.

Falando em mercado, é claro que ele se faz presente, criando soluções de software e hardware direcionados para os cidadãos ávidos em consumir jogos eletrônicos, equipamentos mais sofisticados que para a maioria da população é muito aquém da realidade de suas posses.

Mas a comunidade digital engajada pela própria dinâmica da interatividade social, criada pelas redes sociais tem buscado alternativas a esses grandes blocos econômicos, e, aí, aparece o software livre, que a despeito da desconfiança de alguns, é com certeza a solução mais indicada para o nosso país, principalmente, na aplicação escolar.

Concluindo, podemos observar que a despeito do arsenal de informações, interatividades, possibilidades de acesso em tempo real, da notícia instantânea, é interessante que nós, cidadãos conectados a essa cultura digital, possamos também enxergar que há uma nova gama de solicitações de posturas diferenciadas àquelas antigas, e, portanto, precisamos estar atentos aos novos rumos dessa cibercidadania.






quinta-feira, 5 de abril de 2012

O fetiche das máquinas - E os softwares? E os conteúdos?

Por Benito Paret | TI RIO Noticias – 14/03/2012 15:24:00

Vivemos um momento crucial: a economia do mundo em crise, esfarelando-se os domínios consolidados no pós-guerra. Os emergentes, como nós, prestes a assumir novos papéis. Mas quais? Simples fornecedores de commodities sem valor agregado ou parceiros de uma nova economia em que o conhecimento é a principal moeda?
Recentemente o Presidente Obama convidou grandes empresários para um jantar na Casa Branca; no menu, a nova realidade econômica. Em outros tempos, quem seriam os convidados? Os presidentes das grandes indústrias, certamente. Desta vez os comensais foram os dirigentes das empresas da nova economia – Apple, Google, Facebook, Yahoo, Oracle, Twitter... Ficou claro que o futuro está no conhecimento.
O debate, no Brasil, reduz o patrimônio nacional a um conjunto de ativos reais óbvios: a Amazônia, o subsolo, prédios históricos etc. Mas se esquece, com frequência, de exaltar o patrimônio agora mais estratégico e só visível pelos resultados: o capital intelectual, o ativo intangível construído em muitos anos de estudos e pesquisas.
Sem o capital intelectual acumulado em décadas não descobriríamos o pré-sal, não exportaríamos aviões e softwares nem teríamos safras agrícolas recordes. São os verdadeiros ativos nacionais que precisam ser preservados e protegidos contra a concorrência predatória.
Mas o governo comemora as “conquistas” que teremos com a fabricação de tablets no país. Na verdade teremos mais projetos de montagem com importação dos “núcleos inteligentes”. Desde os tempos da tão mal falada reserva de mercado pensamos apenas em fabricar minis, micros, laptops, enfim, máquinas. E o software? E os conteúdos? Continuaram sendo importados ou simplesmente comercializados por multinacionais.
Não devemos assumir uma postura xenófoba, mas temos que defender nosso mercado e incentivar a pesquisa e a produção nacionais para que, pelo menos, não aumentemos a desnacionalização, que já supera os 70%.
É preciso que, assim como faz com o pré-sal e a indústria naval, o governo garanta um quinhão do novo mercado de TI às indústrias nacionais de software, fortalecendo o mercado interno, hoje dominado pelas grandes multinacionais. É preciso que estas oportunidades geradas não se esgotem na transitoriedade dos negócios.
Vamos torcer para que nossa presidente se inspire no Obama e marque um jantar no Alvorada com a indústria nacional e os centros de pesquisa, que podem garantir um futuro mais independente.

Benito Paret é presidente do Sindicato das Empresas de Informática do Rio de Janeiro – SEPRORJ

terça-feira, 3 de abril de 2012


REFLEXÕES DE UM MESTRANDO – A CULTURA DIGITAL

Diante da grande quantidade de autores versando sobre o tema e, das diferentes opiniões emitidas, tento mostrar nestas reflexões, minhas observações sobre a cultura digital, cibe cultura ou cultura virtual, termos cunhados pelos diferentes pensadores.

O que é Digital

Em 1948, três físicos americanos descobriram o efeito transistor (transferência de resistência), cabendo a John Bardeen, líder do grupo, a láurea de ganhar o nobel de física em 1956 por essa descoberta e, mais tarde, o nobel de 1972, por pesquisas ligadas a supercondutividade.

Mas, por que estou tratando desse feito aqui? Bom primeiro porque o transistor pode “funcionar” de duas maneiras diferentes: a primeira como amplificador (função nobre, sem a qual não teríamos condições, por exemplo, de ouvir rádio e nem assistir televisão, só para dar alguns exemplos).

A segunda forma de funcionar é como uma chave, ou seja, ligando e desligando, dessa forma, os engenheiros perceberam a grande possibilidade de usá-lo para gerar sinais digitais, ou seja, sinais que podem assumir somente dois estados, na situação citada: ligado/desligado ou 0 e 1.

Dessa forma qualquer forma de comunicação, quer seja, escrita, em áudio ou em vídeo, pode ser transmitida, pois a base, a tecnologia, o meio, é único.

É claro que resumimos muitíssimo essa forma de funcionamento do transistor, mas, foi assim que essa descoberta possibilitou num futuro muito próximo, em torno de 1970, a construção de componentes chamados circuitos integrados, a base para a posterior construção dos microprocessadores e nano chips, componentes fundamentais para o funcionamento dos computadores digitais de última geração.

Comunicação Massiva

Para que haja um processo de comunicação, qualquer que seja ele é necessário a presença de pelo menos quatro agentes, quais sejam: emissor, receptor, mensagem e o meio.

Durante todo caminhar da humanidade, os três primeiros agentes não sofreram mudanças significativas, há de existir sempre um transmissor e um receptor, e a mensagem, apesar de alterar a forma de seu envio (meio), é sempre a expressão de uma interação humana.

Mas, o meio, esse sim, sofreu profundas mudanças no decorrer do tempo e das diversas eras que acompanharam a evolução cultural humana: oral, escrita, impressa, de massa, midiática e a cultura digital, isso de acordo com Lúcia Santaella em seu livro: “Culturas e Artes do Pós-Humano: da cultura das mídias à cibercultura”. (2003).






A nossa análise inicia-se com a cultura chamada de “massa”, onde há uma imposição da informação e da cultura por meio de grandes grupos de comunicação, a informação é direcionada e não deixa o receptor interagir, é linear, pode trazer elementos de falseamento dos fatos, visto que é do interesse estratégico dos grandes oligopólios a manutenção do status quo, baseado em elevados índices de audiência, atingindo o grande número de ouvintes, leitores e telespectadores.

Sobressaem-se nessa era o rádio, jornais e televisão analógica.

No Brasil temos como expoente máximo dessa era as telenovelas, oriundas da televisão, que até hoje, são a programação principal de um determinado grupo de comunicação.

O interessante em observarmos esse tipo de comunicação é o efeito que ela produz na maioria do povo brasileiro, que fica “vinculado” há uma cultura visual, massiva, que lança tendências, moda, expressões idiomáticas, ou seja, que influencia diretamente no modus vivendi.

Não devemos também deixar de enaltecer a grande contribuição que esse meio (televisão), trouxe para nosso país, onde praticamente há um aparelho desses por habitante, essa forma de comunicação ajudou até no próprio processo de alfabetização da maioria do povo, que com programas do tipo “Telecurso”, patrocinados pelo governo federal, possibilitou a geração de conteúdos alfabetizadores que alcançaram grande parte da população, principalmente em locais remotos.

Por outro lado diferentemente da televisão, o rádio, teve um declínio em sua atuação, isso se deve principalmente ao aparecimento da televisão, por motivos óbvios, a tevê tem um apelo midiático mais interessante. Mas, é significativo ouvir os grandes “comunicadores” do rádio, os programas que incluíam até novelas, as narrações esportivas onde os locutores esportivos incrementavam suas narrativas com um modo peculiar, eletrizante, movimentado.

Mesmo com o surgimento do rádio FM, atualmente, esse meio de comunicação perde terreno a cada dia, apenas sobrevivendo em seu esplendor, nos rincões desse país.

Lembro-me de minha infância onde havia o domínio do rádio, naquela época o único meio de recebermos informações, de contatarmos com o meio exterior.

Alguns autores preconizam seu fim, entretanto, pessoalmente, acho que o rádio sobreviverá por algum tempo.



Cultura Midiática

Concordo com Santaella, quando ela diz que essa é uma fase intermediária entre a cultura massiva e a cultura digital.

Essa cultura (cultura das mídias) é o primeiro passo, ainda que tímido, na direção de um processo de comunicação onde há um mínimo de interação do receptor com a mensagem transmitida, como exemplo, temos as fitas cassetes, os vídeo cassetes os equipamentos de leitura e imagem de filmes, as fotocopiadoras os DVD´S, e etc.

Esse tipo de cultura tem uma vida curta em termos de aplicação de seus processos, onde alguns dos seus ícones até já desapareceram do mercado, a exemplo da fita cassete e do filme VHS.

Inclusive, posso me considerar uma vítima dessa “fast cultura”, pois, por algum tempo, fui proprietário de uma Locadora de filmes, e, tive que abandonar esse mercado em função da concorrência desleal da “pirataria”, um mal que digamos assim, foi um acompanhante infiel dessa cultura midiática.



Cultura Digital

Se você tiver uma maçã e eu tiver uma maçã, e trocarmos as maçãs, então cada um continuará com uma maçã. Mas e você tiver uma ideia e eu tiver uma ideia, e trocarmos estas ideias, então cada um de nós terá duas ideias”.

George Bernard Shaw

Cultura Digital ou Cibercultura ou Cultura Virtual, são expressões utilizadas hoje para designar a cultura do acesso, da interação completa do receptor com a mensagem, da realidade virtual, da busca dispersa, alinear, randômica, fragmentada, individualizada da informação.

Tendo como expoente a internet (www), e como características a sua possibilidade de acesso de todos os pontos da terra, por sua condição de se plugar em rede, requerendo um tipo de receptor mais engajado mais imersivo e reflexivo, diria mesmo, mais consciente das suas relações com a sociedade, nos mais diversos aspectos que essa relação pode alcançar.

Aqui também quero manifestar minha discordância com relação a nobre autora (Lúcia Santaella), quando em seu livro: “culturas e artes do pós-humano”. Da cultura das mídias à cibercultura. Resumo (2003), em um determinado trecho da página (25-26 / 2003), afirma:

Ora, mídias são meios, e meios, como o próprio nome diz, são simplesmente meios, isto é, suportes materiais, canais físicos, nos quais as linguagens se corporificam e através dos quais transitam.

Por isso mesmo, o veículo meio, ou mídia de comunicação é o componente mais superficial, no sentido de ser aquele que primeiro aparece no processo comunicativo.

Não obstante sua relevância para o estudo desse processo, veículos são meros, tecnologias que estariam esvaziadas de sentido não fossem as mensagens que nelas se configuram. Consequentemente, processos comunicativos,...................,pois a mediação primeira não vem das mídias, mas dos signos, linguagem e pensamento, que elas veiculam.”

Conotar meios (mídias) como “componente superficial” é no mínimo um equívoco de conceito, pois, façamos um exercício de questionamento ao contrário: há condição da mensagem ser veiculada sem um meio? Há possibilidade de uma mensagem ser veiculada no vácuo, por exemplo? A resposta é não, portanto, não devemos superficializar a importância do veículo que transmite a mensagem, a informação.

É tão importante o meio, quanto à mensagem, que o imbricamento dos dois tem levado ao sucesso da cultura digital, produzindo a convergência das outras mídias, num processo de confraternização geral de todas as formas de comunicação e de cultura, esse processo híbrido, realça os componentes importantes de cada processo cultural e mais ainda, o esforço que tem sido feito no sentido desses expoentes se aperfeiçoarem para acompanhar a dinâmica da evolução da interação da cultura com a sociedade.

A despeito de todas as facilidades que essa cultura propicia aos receptores, exemplificando algumas: possibilidade de acessar conteúdos escolares, inclusive para pesquisas, interações em comunidades específicas, sites de relacionamento pessoal, possibilidades de empregabilidade via WEB, informações “on line”, uma possibilidade da qual eu agradeço todos os dias, a de não ir a agências bancárias para resolver qualquer pendência com essas instituições, e muitas outras.

Essas interações têm institucionalizadas as mais variadas formas de se produzir, transmitir, assimilar e reproduzir todas as formas de cultura, trazendo consigo também, os infortúnios que são inerentes a cada revolução (revolução digital) que acontece na humanidade, principalmente, na relação com a sociedade.

Quais seriam esses infortúnios: a alegada falta de interação “face to face”, entre os ciberculturos que os conduzem a processos de reclusão domiciliar, afetando em alguns casos o relacionamento social, a propagação de bullyng pela internet, o uso dessa rede para práticas sadomasoquistas e masoquistas com relação ao sexo, a exposição de relações íntimas de indivíduos ávidos por exposição midiática, ao elevado índice de obesidade que já se alastra nos indivíduos infantis e adolescentes de nosso país, onde há uma relação de três crianças em dez, com alto índice de sobrepeso, devido ao elevado número de horas à frente de vídeo games interativos ou mesmo a televisão digital, etc.

De qualquer forma as vantagens da cultura digital, cibercultura ou cultura virtual, são infinitamente maiores que seus infortúnios, daí a sua popularização em ordem geométrica, ressalvando, que em nosso país, há um potencial ainda a ser explorado no tocante ao número de receptores.